Brinquedos e brincadeiras
Na noite de S. Martinho, um casal amigo, apareceu lá por casa para passar o serão e provar as castanhas e a água-pé. Há algumas semanas que não nos juntávamos ao redor de uma mesa em amistosa cavaqueira. Ao mesmo tempo que bebericávamos e comíamos o fruto da época, aproveitávamos para meter a conversa atrasada em dia. A páginas tantas, e como as conversas não têm norte, vão para onde o vento as empurra, alguém se lembra (não me recordo em que contexto) de trazer à tona do presente os brinquedos e as brincadeiras da nossa infância, desencadeando assim, entre gargalhadas, uma reflexão colectiva.Eu e o meu amigo, que nunca gozámos de muitos brinquedos, recordávamos as brincadeiras e as vivências que a rua nos conseguia proporcionar. Os jogos de berlindes e de pião, os canudos e o yô-yô (o da Coca-Cola e o da Sprite na altura eram os topo de gama), a bola, etc. Na altura, estes artefactos não eram considerados brinquedos para nós, mas sim um meio de diversão. Eram considerados brinquedos, por exemplo, um carro telecomandado.
Por sua vez, a esposa do meu amigo, contava que nessa altura já usufruía de Barbies e de um walkman do tamanho de um tijolo.
Evocámos os jogos do espeta (lembro-me que me levantava à meia-noite, quando o meu pai chegava do trabalho para ver se ele me tinha trazido os espetas da fábrica onde laborava), o lá vai alho, o garrafão, a corrente eléctrica, o hóquei em patins (os tacos feitos por nós) em que a baliza eram caixas de fruta, as corridas de caricas nos passeios, o bate-pé (em que começámos a descobrir o desejo pelo sexo oposto), e tantos outros.
Discorremos, sobre as posses dos nossos progenitores (das suas privações) e do que nos podiam oferecer nesses tempos idos.
Era notório a diferença entre as várias infâncias reunidas à volta daquela mesa, como era diferente também o valor que dávamos ao que nos era concedido.
Por fim, lamentámos que as jogatinas de pião foram trocadas pelas Playsations, pelas novas tecnologias, e que, já que era noite de S. Martinho, as castanhas assadas na fogueira acendida a caruma de pinheiro (os magustos no campo) foram trocadas pelas castanhas assadas no forno.
Tal como diz o adágio, mudam-se os tempos mudam-se as vontades.
Tal como diz o adágio, mudam-se os tempos mudam-se as vontades.
in Jornal Destak
24/Nov./2005


41 Comments:
Eu deleitava-me a dar aulas aos bonecos. Colocava-os todos alinhados no sofá e depois ensinava-lhes imensas coisas, tais como a "matéria Pinto Balsemão" e a "matéria Ramalho Eanes". Criativo, não???
Tinha uma aluna particularmente burra, que era a Nancy, uma boneca muito bonita mas muito parvinha. Assim, um dia zanguei-me com tanta asneira e dei-lhe uma sova com o pau da vassora. Como a boneca era articulada parti-lhe os elásticos e ela ficou toda desconjuntada.
Hoje em dia, que sou professora a sério, sou muito mais tolerante e prometo deixar sempre o pau da vassoura em casa.
Também amava a bota Botilde e a minha bicicleta, que pelo facto de só ter travão da frente me pregou muitas partidas...
Havia tanto para dizer sobre as coisas simples e que nos divertiam tanto...
Bj
É pena que a felicidade dos miúdos agora seja outra. Mas acho que a nossa geração teve muita sorte de viver a vida pela vida, de termos crescido como verdadeiras crianças...
É bom relembrarmos a forma como nos divertiamos e aprendiamos quando eramos crianças...no entanto esta matéria é sempre, para mim objecto de alguma reflexão...às vezes dou por mim a pensar que no meu tempo é que era; nós é que sabiamos o que era diversão e brincadeira a sério! Contudo lembro-me que quando era mais novo era precisamente isto que me irritava nos mais velhos: acharem que só as experiências deles é que foram válidas, enriquecedoras, inesquecíveis! Então ponho-me no papel de "advogado do diabo" e começo a tentar ver as coisas pelo prisma das crianças de agora...
Também eles têm os seus heróis, as suas formas de interagir, de se divertirem...a oferta agora é muito mais variada e potencialmente enriquecedora, desde que com o devido bom senso e algum acompanhamento...e depois há um novo elemento: a tecnologia! E esta não é nenhum "bicho papão"...reconheço que pode ser perniciosa mas também trazer muitas vantagens lúdicas e pedagógicas...pois é, "the times they are a-changing"...já dizia o ti Bob Dylan! Estaremos a ficar kotas?
Quando eu era miuda, também brincava a essas coisitas todas, e era tão fixeeee!!
Mas realmente os miudos de hoje não sabem brincar como nós, no nosso tempo.
Apesar de termos de ver os pontos positivos nas novas tecnologias, e o facto de provavelmente saberem mais disso do que nós com a idade deles, eles não sabem os jogos tradicionais, eles baseiam todos os seus jogos nos desenhos animados que vêem, no wrestling que dá na tv, entre outros, e sempre com mais violência que nós.
Nós, nós sonhávamos mais, brincávamos mais, eramos mais verdadeiros uns com os outros, tinhamos namorados e amigos, sem mesquinhices e queixinhas, que cada vez mais é uma caracteristica dos putos.
Outros tempos...
E ó Éme, não estamos a ficar kotas por termos saudades, eheh, queriamos era brincar outra vez dessa forma, não achas?
Não estamos a ficar kotas por termos saudades...mas sim por estarmos a ficar um bocado chatos, com a mania de que "no nosso tempo é que era"!
Já os nossos pais diziam isso em relação a nós e os pais deles em relação a eles! É um ciclo!
Não concordo que "nós sonhávamos mais, brincávamos mais, eramos mais verdadeiros uns com os outros, tinhamos namorados e amigos(...)"
Hoje como ontem há os pacíficos e os violentos, os que enveredam pelos bons e pelos maus caminhos...
Mas...na prática, o mais provável é que quando o E. começar crescer eu também tente contrariar as suas brincadeiras do séc. XXI
:-)
Mas olha, eu lido todos os dias com crianças e eu sei o que digo.
Podes achar que eu não tenho razão, mas eu vejo os valores dos miudos hoje em dia, todos alterados.
Não dão valor ao que nós dávamos, nem nada parecido.
Não é a velha questão, que nós passámos também, que a geração que está "em vigor" não presta, nada disso, o que está em questão aqui, é que os miudos não dão valor ao que têm e sim ao que não têm e querem à força ter, porque não sabem mais nada, porque não sabem que se brinca com outras coisas.
E não sabem brincar como nós, ou os nossos pais ou ainda, os nossos avós.
Não sabem simplesmente aproveitar o que têm.
Nem é a cena de serem maus ou bonzinhos, é não terem as regras que nós tinhamos, os valores, os pensamentos, simplesmente não ligam.
Acredito no entanto, que existem miudos que não são assim, claro, mas são raros, ou então estão bem escondidos.
E acredita que não é por ser pessimista, é simplesmente porque acho que os pais de hoje em dia não sabem ser pais, não têm tempo para os miudos e abandonam-os à mercê da Tv e playstations e gameboys e sei lá mais o quê.
Mas como disse, eu posso estar errada, mas isto é o que eu vejo todos os dias e com os miudos que eu lido todos os dias.
E realmente, eu tenho saudades desses tempos...
:)
As coisas são mesmo assim. É a evolução tecnológica! Parece que os brinquedos mudaram, mas o mais importante é as crianças não deixarem de brincar nunca! :)
Tou a ver que este texto tem pano para mangas. É bom sinal.
Acho que todos temos alguma razão naquilo que escreveu aqui.
Mas quanto ao dar valor às coisas penso que a Caganita tem razão. Os miúdos dão pouco valor ao que têm e nunca estão satisfeitos.
O meu caro Ême também tem razão quando fala dos ciclos de vida,que as coisas mudam inevitavelmente, mas penso que todos somos unânimes e de certa forma temos pena,de já não vermos os petizes brincarem, não com a intensidade (todos os miúdos têm a sua intensidade quando brincam) mas sim com os instrumentos de brincadeira que nós usávamos, como o quase extinto pião.
Mas como diz o comment da Cláudia, o que é preciso é que nunca deixem de brincar.
Abraços
Contudo meu caro Ventura, por muito que o mundo se altere e que a tecnologia avance, há algo com que criança alguma deixará algum dia de brincar; consigo própria!
No dia em que os jovens deixarem de bater umas valentes sarapitolas e as moçoilas desistirem de introduzir objectos estranhos dentro de suas passarinhas,tudo estará perdido!
Até lá, mantenhamo-nos alegres e felizes com a vida e quanto a si, meu estimado Ventura, continue a ser esse masturbador compulsivo que sempre foi!
Despeço-me com amizade.
Palavras para quê?
lol
Abraços meu caro
Lá tinha que aparecer um tarado a deixar aqui registados os seus instintos mais baixos...sempre aparece cada maluco!!!!!Não é possível pesceber as mentes destes energúmenos,os seus recalcamentos e a espreita oportunista para desembucharem toda a a miséria que lhes vai na alma.E aparecem como anónimos que é o que realmente são....esta gente não existe e se existe estão a mais...Quanta miséria humana!Se a conversa não deriva para a javardice está tudo estragado e aí há que ser o mais ordinário possível.Ao autor do comentário anterior e que o fez como anónimo gostaria de perguntar se faz essas afirmações baseado na sua própria experiência ou dos seus familiares mais próximos ou os seus conhecimentos são apenas fruto da sua mente suja e prevertida?Haja pachorra para aturar tanta sabujice e admitir que afinal há muitos infelizes que não tiveram uma infância como deve ser e se tornaram em adultos carentes e desequilibrados.Tente uma terapia,há bons técnicos para esse fim!Um abraço ao Pedro Ventura e uma saudação a todos os que contribuem com comentários construtivos e edificantes.LÁPIS AZUL
o autor do comentário anterior devia considerar a hipótese de arranjar qualquer coisa melhor para fazer...
respeitosamente.
sandra.
Após a leitura do comentário em relação a mais uma das minhas singelas opiniões postadas neste magnífico espaço literário que o meu estimado Ventura, senti-me no direito de oferecer resposta. Não se pense que irei disparar tempestuosamente em relação à pessoa que deixou a sua opinião, já que ao contrário dela, prezo muito a liberdade de expressão, e o lápis azul é algo que me deixa profundamente angustiado e mesmo nauseado (mais nauseado só fico com o cheiro do grelo da minha Maria quando cortam a água lá em casa, porque eu gastei tudo a jogar strip poker em vez de pagar a conta à Epal).
Queria apenas referir à senhora (creio que é uma mulher, não será?), que sim, tive uma infância feliz, com direito a várias sessões de arranhanço do pessegueiro, entre outras coisas próprias de infância (lembro-me como gostava de comer os meus próprios símios nasais por exemplo e ainda gosto, confesso..) e sou hoje um adulto são, com sentido de humor e como tal feliz. Já a minha cara amiga, parece-me ser alguém que se revê em muitas das críticas que me dirige e permita-me dizer-lhe, cheira-me que já não é bem amada à um bom tempo.
Sem mais delongas, deixem-me aproveitar pra deixar mais um sincero bem haja ao meu estimado Ventura, homem que para além de notável escriba pós-moderno, é também alguém que sabe rir.
Hoje depeço-me, não com amizade, mas com uma frase de um pervertido como eu, o formidável Woddy Allen:
"Nunca direi mal da masturbação, é fazer amor com alguém que amo."
ora aí está um tarado que sabe escrever!
também não simpatizo com lápis azuis.
Há muito tempo que não te via por aqui minha amiga.
Bj
K9
Realmente também concordo que o meu estimado comentador tarado é um prodígio a redigir humor.
Porque rir é preciso, um bem haja para este meu caro, que como todos os frequentadores deste espaço não quer ofender ninguém muito menos o "patrono" deste mesmo espaço.
E quanto ao comentário de quem veio em minha defesa, fica aqui os meus sinceros agradecimentos, mas como já disse atrás o Sr.Tarado, jamais tem a intenção de ofender a minha pessoa.
Abraços a todos
Ora ,rebentou a polémica!!!Porque razão o comentário do Lápis Azul teria de ser de uma mulher????E o que leverá o anónimo comentador a achar que sendo uma mulher...lhe cheira..." cheira-me que já não é bem amada à um bom tempo."???São palavras dele,e seguramente deve avaliar as outras mulheres pela sua própria,com o devido respeito.Também acho o tal lápis azul...um nome, esse sim ,com um certo cheiro a mofo a trazer-nos à memória uma outra época.Mas no essencial não vejo que o comentário tenha sido tão ofensivo.Há efectivamente pessoas mais sensíveis que outras e claro com todo o direito a sentirem-se chocadas com determinado tipo de conversas.Creio que o objectivo do Pedro Ventura é o diálogo e a troca saudável de opiniões sem que haja ofensas de parte a parte.Mas se eles até são amigos...deixai-os partilhar aquilo que gostam e sabem fazer.E já agora sem ofensa para o anónimo ...a tal senhora ,a ser uma mulher(!) se não é amada ...é "há" muito tempo e não "à" muito tempo.Perdoe o reparo mas são ossos do ofício e aprender nunca cansa.ZIG-ZAG DOS BLOGS
Não quero aqui a malta às turras, ok?
:-)
Epá
Isto por aqui tá animadito, tá!!
Esta questão dos anónimos, há-de ser sempre polémica.
Quanto aos erros ortográficos, acho que devem ser corrigidos, sim senhor, não faz mal aprendermos mais coisitas todos os dias, embora eu já soubesse essa do "há" e "à", há muito tempo.
Cumprimentos para todos
eh pá,
estou a divertir-me À !
acho que o anónimo que gosta de brincar com o seu corpo se esqueceu que hoje em dia também já é possível usar a tecnologia para esse fim! assim, porque não juntar o útil ao agradável e experimentar aliviar-se com um scanner topo de gama, por exemplo? é barato e fácil de usar...o problema é que a reprodução é inevitável!
Albino Gouveia
LOOOOOOOOOOOOOOL
Scannar o malho é certamente divertido;
e que loucura que daí deve resultar.
Mas aí penso, será qu'isso faz sentido?
Quando ando à anos a minha mão a utilizar!
Mas é boa ideia certamente meu amigo,
venham mais dessas fulano de nome Gouveia.
Porque esta vida, sem amor é um castigo,
e com o scanner não apanho gonorreia!!
Despeço-me com amizade. Emílio Tubarão (já que tantas queixas há contra o meu anonimato)
Caro anónimo Emilio Tubarão
registo com agrado a sua rima.
Pode aliviar-se usando a mão
ou um joystick p'lo rego acima
A mim é-me de facto,indiferente,
cada maníaco com a sua pancada
a tecnologia é para toda a gente
e a sua intimidade não me diz nada
Quanto à gonorreia, meu amigo,
apenas uma palavra a dizer...
fosse esse o seu maior perigo
quando se está a entreter
...porque existem, na verdade
outros perigos com a alta tecnologia:
as descargas de electricidade,
ou se o instrumento avaria!
Como vê, meu caro tubarão
é complexo discutir esta ideia
despeço-me, não com um aperto de mão,
mas com um até breve:Albino Gouveia
Isto está bonito está. :-)
Bonito bonito...
... são as pirâmides do Egipto.
e o meu primo Agapito
LÁPIS AZUL DO CARAÇAS!!!!O QUE FOSTE FAZER?AH AH AH ....ATÉ POETAS DESCOBRISTE,ELES QUE ERAM ANÓNIMOS JÁ TÊM NOME...AH AH AH .NUNCA O VENTURA PENSOU QUE A SUA MASSINHA DE LETRAS SE TRANSFORMARIA EM MACARRÃO DE PALAVRAS!!!ESTÁ DIVERTIDO AQUI O BLOG!TUDO COMEÇOU COM A NOSTALGIA DOS BRINQUEDOS E VAI ROLANDO COM UMA BRINCADEIRA PEGADA...AH AH AH .HAJA BOA DISPOSIÃO!!!ABRAÇOS E CONTINUEM,EU PARTO A MOCA A RIR AH AH AH
E eu estou todo contente com tantos e tão espirituosos comentários.
Continuem na diversão mas com juízinho. :-)
Abraços a todos
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Tu apareceste certo dia, de soslaio.
Não te liguei, pensei que eras banal.
Mas tu entraste na minha vida como um raio!!
E ainda pensei que pudesses ser fatal.
Da tua origem logo eu desconfiei!
Foi a Zézinha, essa porca mal lavada!
Mas dá-me perdão se ao início te estranhei,
Agora és minha, docemente entranhada.
E já não passo sem sentir o teu ardor.
Urinar sangue agora é felicidade!!
És para mim uma prova de puro amor,
E uma lembrança de uma bela puberdade!
Fica comigo até ao fim dos meus dias!
Quero continuar embrenhado em tua teia!
Já te peguei quer a primas, quer a tias,
e grito alto -"Eu te amo, gonorreia!!!!!! "
Como pode, ver caro Gouveia, a gonorreia pra mim é uma benção!
Despeço-me com amizade, Emílio Tubarão
Agora veio-me à lembrança uma música dos Repórter Estrábico que se intitulava "TUBARÃO".
Gostei bastante do texto.
É incrível como a geração de agora não compreende o gozo de uma tarde nos baloiços, de esfolar os joelhos por cair a jogar à bola, brincar com os bonecos todos aos "lanches" e aos "médicos", os míticos tazos das batatas fritas...sei lá, saudades? :) Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...mas há coisas que gostava que nunca mudassem; hoje em dia as crianças deixam de pensar como "crianças que são" muito cedo, é o computador, é a playstation, é o leitor de mp3...parece que crescem mais depressa, que se querem tornar, gente grande em ponto pequeno.
Eu continuo a gostar de todas as brincadeiras e partidas da minha infância...e fico contente quando olho para a minha irmã mais nova a brincar com as amigas imaginárias dela :P
beijinhos
ps- não conhecia o teu blog, vim cá parar " do nada", mas gostei "do nada" ter vindo dar aqui... parabéns :)
esta ana é esquisita...enquanto está a gerir o café a irmã anda a brincar com "amigos imaginários"...que coisa...
Sr. Anónimo tenha lá tento nas palavras e não seja mal educado para a recém-vinda a este espaço.
Atenciosamente
sr. ventura...aqui ficam as minhas desculpas...
dona ana, não foi por mal...
já agora...é uma bica cheia e um medronho, se faz favor...
;)
Isto é impressão minha ou esta conversa é do mais abichanado que há??!!!
Como diriam os outros, acho que nunca vi um caso tão grave!!!!!!!
quarenta!
Carago!!!Carago!!!Nunca pensou oh Pedro...que teria tantos comentários?Este blog está a tornar-se famoso e já agora como o Eme disse quarenta eu direi"Cum quarenta...bamos lá ao quarenta e um".Um abraço
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