O que é o amor?
Muita tinta já se gastou em definições tão nobre palavra. A História diz-nos que muitos lutaram e morreram por ela…O dicionário define a palavra amor como um sentimento que nos impele para o objecto dos nossos desejos; paixão; afecto.
O amor é tudo isto e muito mais. O amor é, e sempre será, o “combustível” que nos alimenta a vida e esta, só é bem vivida se amarmos. Se amarmos alguém, se amarmos uma causa, um sonho que se persegue, uma religião, uma arte… O amor é um sentimento tão vasto e tão imprescindível como o ar que respiramos e como o Sol que desponta a cada dia. O amor não tem idades, não tem rosto, não tem uma unidade de medida, o amor enriquece a alma. O amor são dois corações num só, o amor é ultrapassar-nos. Quem não sabe amar não amadurece. O amor é sabedoria, dedicação, sinceridade e compreensão. É a troca recíproca de sentimentos e emoções. O amor é trabalhar todos os nossos sentidos. É “falar com os olhos”. O amor é tacto, olfacto, ouvido e paladar. O amor é força e calor. É descortinar sem ouvir. O amor é despertarmos para o verdadeiro sentido da vida…
in Revista Forum Estudante
Março 2005
in Jornal Destak
10/03/2005


1 Comments:
Alegria! Alegria! Meses de ansiosa espera e de repente, toma lá três pérolas literárias! Obrigado meu estimado Pedro, durante todo este tempo esperei sofregamente pelo momento em que os meus olhos poderiam contemplar novamente os mais belos textos jámais escritos pelo Homem. Sim Pedrito, o teu blog é o Aínda Mais Novo Testamento, e o tu o novo Profeta!
Em relação ao post, mas que bela descrição do que é o amor! E o amor é lindo não é? E ainda por cima, com a nova vaga de emigrantes que por aí anda, tornou-se muito mais barato! É a velha Lei do Mercado, maior oferta implica redução dos preços .
E como eu tenho aproveitado esta baixa de preços pra conjugar o verbo amar! Isto é que tem sido um entra e sai do caraças! Só é pena as profisionais do amor não passarem recibo pá! Nos tempos de crise económica em que nos encontramos, esta seria certamente uma boa fonte de receitas para o estado.
Só uma questão meu prezado Ventura, dizes que o amor é tacto, ouvido e etc., mas só referes 4 dos nossos sentidos, deixando de fora o palato. Ora, isto de início preocupou-me mas depressa descobri que não foi esquecimento, foi mais uma demonstração de que tu estás muito à frente do ser humano normal.
E eu descobri na prática porque é que o paladar não faz parte do amor. Estava eu a começar a fazer o amor com uma ninfa de beira de estrada, quando ao inserir a minha língua na sua fonte do amor, me deparei com um sabor que me fez perder o controlo sobre as minhas funções vitais, iniciando uma sessão de vómito compulsivo que levou a que se fosse toda a vontade de amar e consequentemente tivesse de tomar diversos comprimidos para a má-disposição. Porquê? Porque aquilo era grelo que não via água desde manhã, e sendo isto por volta das sete da tarde, já vários outros homens enamorados haviam usado a minha ninfa para profundas demonstrações de paixão, deixando na sua caverna amorosa um conjunto de paladares no mínimo duvidosos e de muito difícil digestão.
Tivesse eu lido o teu post mais cedo meu querido Ventura, e certamente não me tinha visto nesta alhada!
Viva o amor! Viva O Ventura! Vivam os toalhetes de limpeza que permitem frescura todo o dia!
Despeço-me com amizade.
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